ALONGAMENTO DE UNHAS

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Alongamento de unhas: tudo o que você precisa saber para unhas mais longas e bonitas
 

Quando falamos em uma rotina de beleza e cuidados pessoais, ter unhas longas e bonitas é um dos itens mais valorizados por mulheres de todo o mundo, das mais diversas idades. E esse costume não é algo recente: evidências arqueológicas apontam que a prática de pintar as unhas já existia no cotidiano da China Antiga, por volta do ano 3000 a.C., e no Egito Antigo, por volta de 40 a.C.

Na época, as diferentes cores de esmaltes representavam as diferentes posições sociais - a famosa rainha Cleópatra era tão adepta ao vermelho que proibiu o uso da cor por qualquer outra pessoa, com risco de punições muito severas.

Além das cores, o comprimento das unhas também era um símbolo de status social: unhas longas e bem cuidadas representavam poder e riqueza, já que quem as possuía não tinha que realizar trabalhos manuais. Protetores de unhas confeccionados em ouro e pedras preciosas eram muito comuns entre os nobres na dinastia Ming, na China, e são alguns dos primeiros exemplos do que, séculos depois, se transformariam nos tão populares alongamentos de unhas disponíveis atualmente.

No Egito Antigo, materiais como ossos, marfim e até mesmo finas placas de ouro também eram utilizados como alongamentos de unhas, e assim como na China, eram um símbolo de riqueza e status social.

Na busca por unhas mais longas, até casquinhas de pistache já foram utilizadas! Com seu formato oval e resistência se assemelham às unhas naturais, moldar as casquinhas de pistache e fixá-las nas unhas era uma prática comum na Grécia do início do século XIX, e que aos poucos se espalhou pela Europa da época.